Tinha bom tempo que não postava no blog, nem costumo dizer que posto, blogo ou nada do tipo, mas na metalinguagem a linguagem se remexe sozinha, e lá vão os dedos trupicando no teclado.

Quando viu, já foi.

Costumo dizer que escrevo. Costumava dizer. Tenho aquele sonho que todo blogueiro escrevedor deve ter, meio que de obrigação: o de ser escritor um dia. E foi nisso que me vi pensando quando, clicando nos links por aí e por aqui, vi tanta gente se despedindo dos blogs que eu passeava de vez em quando, e montando novos.

Pensei comigo: É a necessária sensação de acabar de escrever o livro.

É, acho mesmo.

Estou no terceiro blog, fora os comunitários, fora os quase nascidos, e vez em quando me vejo com vontade de fechar esse aqui e abrir outro.

Não, deixa quieto. Por enquanto, não.

Preciso só deixar registrado: Vou correndo aqui, vou correndo todo dia; não tá fácil, não. Mas de vez em quando me dá vontade de agradecer, e ter essa vontade de vez em quando, é bom.

Volto.